
Quando adquirido, o hábito deverá ser removido o mais cedo possível, de preferência por volta dos 2 anos de idade. Porém a retirada da chupeta constitui um desafio, devendo ser feita com muito critério pois , poderá ser interpretado como uma grande perda para criança e um sofrimento para os pais. Deve ser iniciada gradativamente sem que a criança esteja passando por outras mudanças como a chegada do irmãozinho, mudança de escola, retirada de fraldas entre outras. Algumas dicas para realizar essa retirada de forma menos traumática:
– Na faixa etária considerada aceitável para o uso da chupeta, recomenda-se que ela não seja disponibilizada o tempo todo. Tão logo esta necessidade seja satisfeita, a chupeta deve ser removida. É importante que os pais e responsáveis fiquem atentos à demanda da criança, sem se antecipar a ela, ou seja, não ofertá-la a menos que a criança solicite, nos momentos de sono ou de tensão emocional, exatamente para atender as necessidades de consolo, aconchego e acalanto.
– Se a criança estiver dormindo, retirar de sua boca, se ela não apresentar resistência. Se estiver acordada, passado o choro, distrair a criança e guardar a chupeta, tirando-a do seu campo de visão.
– Quando a criança for falar peça para que ela retire a chupeta, explicar que você não entende o que ela fala com a chupeta na boca. Esta é uma boa tática porque eles gostam de se fazer entender… não recue, insista.
É muito importante que a criança participe de todo o processo de retirada. Não desista logo no inicio. O bebê desenvolve apego grande a esses objetos e é normal que chore e queira desfazer os acordos prometidos. Fique firme, tenha paciência e converse bastante. Ofereça carinho, faça a criança entender que tudo está sendo feito para o bem dela.
Fonte: aboodontopediatria.org.br
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